V Congreso Latinoamericano de Ingeniería Biomédica (CLAIB2011)

Recipiente Para Recolhimento De Resíduos Infectantes Gerados Por Uso Domiciliar De Medicamentos Injetáveis
Maria de Oliveira Helena

##manager.scheduler.building##: Palacio de Convenciones de La Habana
##manager.scheduler.room##: Sala 12
Fecha: 2011-05-20 09:00  – 10:30
Última modificación: 2011-04-14 12:21

Resumen


Resumo ___ A parte infectante dos resíduos de saúde, produzidos por hospitais e clinicas podem ser também produzidos por portadores de Diabetes Melitus tipo1, fora do ambiente hospitalar. Estima-se que de 20 a 25% do total de portadores de DM sejam tratados com insulina, cujos resíduos são caracterizados, infectantes. O recape da agulha, responde por 80% a 90% da transmissão de doenças infecciosas entre trabalhadores de saúde, entretanto em residência esta ação é necessária. A Hepatite B ocupacional representa 4% dos casos. Entre trabalhadores do lixo reciclável, 34%, sofrem com a Hepatite B. O custo por acidente biológico pode variar entre R$800,00 e R$2.000,00. A pesquisa não encontrou orientações para o descarte domiciliar deste resíduo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, entre 2,5% e 4,9% da população brasileira está infectada pelo Vírus da Hepatite C. Os medicamentos injetáveis utilizados por esses indivíduos em sua residência oferecem riscos de contaminação e de soro conversão. Este risco é da ordem de 0,03%. O objetivo deste trabalho foi criar um recipiente para uso residencial, com características próprias design adequado, trava de segurança, resistência à umidade e ao impacto, preservando a conformidade legal. Foi construído uma serie de 5 protótipos durante a evolução do projeto, foi feito uma solicitação de patente, MU8700267-1. O projeto foi submetido a um edital FINEP e contou com um recurso de 120.000,00. As perspectivas do projeto visam sua inclusão no kit de tratamentos para diabetes, foi enviado à Fundação de Ampara à Pesquisa FAPESPE um projeto experimental para a cidade de São Jose dos Campos que se encontra em andamento. Concluiu-se que o descarte domiciliar de resíduos infectantes oferece risco aos manipuladores dos resíduos, formais e um maior risco aos trabalhadores informais. Os recipientes disponíveis não atendem a legislação brasileira, e seu custo inviabiliza a distribuição em massa.